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Revista Magnum - Edição Especial N. 119

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Revista Magnum - Edição Especial N. 119

Editorial:

O descarte!

Como as autoridades constituídas encaram este sinistro jogo de cartas.

 

Em tempos nos quais o governo federal - em vista das manifestações públicas que ocorrem) em todo o território nacional - sugere a instalação de um Referendo para aprovação ou não de uma reforma política (ou Pebliscito, pelo qual mais pugnam por razões incompreensíveis à maior parte dos mortais), perguntamos a nós mesmos sobre a serventia de tal ato que, a nossos olhos, nada mais é do que uma grande tentativa de colocar entre nós e o astro-rei uma enorme peneira, já que, "lá em cima", sabe-se MUITO BEM onde estão os erros; e O QUE a população deseja para o nosso sofrido País!

Devido ao exposto, sempre é bom lembrar que no ano de 2005 foi realizado um referendo - e o assunto a consultar junto ao Povo era referente à possível continuidade da venda legal de Armas de Fogo e Munição do Brasil. E, para quem não se lembra do resultado, os votantes pelo SIM (56.951.853!) perfizeram um total de 64%! Comparativamente, na eleição de 2002, Lula recebeu, em cifra redonda, 53.000.000 votos, ou seja, 61% - numero menor do que o alcançado no malfadado Referendo!

E, mesmo diante dos claros resultados numéricos da tal consulta, nossos mandatários nada fizeram! Desse modo, a Lei (de nº 10.826/2003 - o "Estatuto do Desarmamento") que havia sido submetida ao crivo público foi simplesmente descartada como se fosse u'a mão ruim em um reles joguinho de pôquer; isso provando que, mesmo antes do Referendo, o Governo tinha como favas contadas o resultado que não ocorreu como se queria "lá em cima". E o que temos, então? Rígidas normas (por sinal, das MAIS RÍGIDAS DO MUNDO) que em tudo praticamente impossibilitam o direito constitucional de Legítima Defesa do Cidadão, incluindo até mesmo aquele que, do dia para a noite, passaram a ter armas registradas jogadas na ilegalidade!
A embasar tais assertivas, basta-nos acessar os dados do Sistema Nacional de Armas (SINARM) para verificar que, em 2010, havia 8.974.456 armas sob registro válido em todo o País, ao passo que em 2012 tal número baixou para 1.291.661! Isso significa que a maioria das armas adquiridas legalmente acabou por passar à clandestinidade em função de imensa burocracia que comanda um simples registro desses artefatos. Porte, então, nem pensar! E - não faz mal lembrar - há muitos anos, em um de nossos Editoriais, foi feita uma possível previsão (N. do E.: note o leitor que não temos bola de cristal nem máquina do tempo) de que um dia 40 a 50 pessoas estariam jantando em um restaurante e apenas dois ou três meliantes teriam a facilidade de rendê-las - posto que esses bandidos saberiam que nenhuma das vítimas estaria armada, i.e., não poderiam exercer suas Defesas como garante nossa Carta Magna. Hoje estabelecido como "normal" e inevitável, o arrastão é lugar-comum em qualquer parte do nosso território.
Em outras palavras, houve um estrondoso DESRESPEITO ao resultado das urnas; e ao custo de aproximadamente R$ 600 milhões, quantia que poderia ter sido aplicada para manter em bancos escolares, durante um ano inteiro, 267.498 Alunos ou, ainda, na construção de 1470 UBSs (Unidades Básicas de Saúde). Nota-se, aqui, um acapachante desperdício de dinheiro que, ao fim e ao cabo, vem de nossos próprios bolsossob a forma de impostos que fariam corar as autoridades portuguesas de que nós exigiam a derrama nos tempos de Tiradentes!
E, frente a um conjunto de revoltas populares jamais vistas no Brasil, nossos governantes tentam empurrar garganta abaixo do Cidadão outra consulta popular (doravante por nós apelidada de peneirão), sob a desculpa de que "há de se escutar a população brasileira". Contudo, em face ao ocorrido em 2005. é previsível (novamente: sem bola de cristal nem máquina do tempo) que a vontade popular não seja novamente atendida e, ainda, não existirão quaisquer resultados práticos advindos de tal consulta demagógica e oportunista.
Assim, temos um governo sem rumo, pautado pelo imediatismo por apenas buscar manter o status quo, e que não percebe - ou não deseja perceber - as tremendas mudanças ocorridas de uns tempos para cá. E, como pudemos ler em alguns textos que circularam ultimamente pela Web - grande portal da Liberdade -, é importante frisar que, desta vez, o Povo não mais aceitará uma violação de direitos constitucionais como aconteceu no "referendo do desarmamento", o qual acabou por previlegiar desbragadamente as ações nefastas da bandidagem ante uma população agora desprovida de meios para sua Defesa. Alguém duvida?

 

Os Editores.

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